CENTRAIS SINDICAIS REALIZAM ATO PÚBLICO CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA NESTA TERÇA

O ato público foi marcado em 25 estados por centrais e movimentos populares que representam diversas categorias de trabalhadores dos setores público e privado para esta terça-feira, 5 de dezembro. O objetivo é pressionar parlamentares contra as medidas previstas pela Reforma da previdência que, segundo as entidades, decretam o fim da aposentadoria.
No início do mês, as centrais haviam marcado uma greve geral, diante da iminência de o Governo Federal colocar a pauta em votação ainda neste mês de dezembro. Mas a incerteza quanto ao número de votos necessários para a aprovação da Reforma, levou o governo a um esforço maior para conquistar um parecer mais favorável das bancadas e a data ainda não está definido. Desse modo, as entidades de classe recuaram quanto à deflagração da greve, mas mantiveram atos públicos e paralisações.
Em São Luís, o ato ocorre em duas frentes, uma na Vila Esperança, na altura do km 05 da BR 135, próximo ao Instituto Federal do Maranhão (IFMA) do Maracanã, e outra na Avenida dos Portugueses, em frente à Universidade Federal do Maranhão (UFMA), desde as cinco da manhã, o que causou obstruções e lentidão no trânsito e transtorno para os usuários.
Os sindicatos de professores que atuam no Estado como Sindeeducação (Professores municipais) e Simproessema (Professores estaduais) se manifestaram por meio de comunicado à Imprensa, afirmando que diversas categorias já confirmando participação no ato, definida por meio de assembleias: professores estaduais e municipais, técnicos do IFMA, servidores dos Judiciário Federal e MPU, professores municipais e estaduais, bem como camponeses, movimentos da juventude, entre outros.
As mídias sociais foram os principais meios utilizados para a convocação e divulgação da pauta. Além de exigirem a retirada definitiva da Reforma da Previdência de votação no Congresso, o ato exige também a anulação da reforma trabalhista e da lei das terceirizações. Os representantes sindicais consideram que essas medidas são inconstitucionais, pois reduzem salários, precarizam os empregos e impõem a servidores e trabalhadores em condições injustas e, não raro , situações de vulnerabilidade.



















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